Em Agosto, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico aumentaram na Área Euro (AE). No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de -0,5% e 4,0% (2,8% e 2,0% em Julho, respectivamente).

De acordo com dados agora divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), em Portugal, o indicador de actividade económica, disponível até Julho, estabilizou, enquanto o indicador de clima económico, disponível até Agosto, diminuiu.

O indicador quantitativo do consumo privado acelerou em Julho, “reflectindo um contributo positivo mais expressivo da componente de consumo duradouro.” O indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) desacelerou em Julho, devido ao comportamento das componentes de material de transporte e máquinas e equipamentos.

Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 9,0% e 13,4% em Julho, respectivamente (7,7% e 12,8% em Junho).

Ainda de acordo com aquele organismo, em Julho, a actividade económica, na perspectiva da produção, “revelou um crescimento mais intenso, tendo os índices de volume de negócios da indústria e dos serviços, bem como os índices de produção da indústria e da construção acelerado em termos homólogos.”

Segundo as estimativas provisórias mensais do Inquérito ao Emprego, a taxa de desemprego (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, manteve-se inalterada em Julho face ao valor definitivo verificado no mês anterior com uma taxa de 9,1%, o que compara com 9,5% e 10,9% há três meses e há um ano atrás, respectivamente.

A estimativa da população empregada (15 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, registou um crescimento homólogo de 2,7%, o que representou uma ligeira desaceleração face a Junho (variação de 3,0%) e um aumento em cadeia de 0,3% (aumento de 0,2% em Junho).

A variação homóloga mensal do Índice de Preços no Consumidor (IPC) situou-se em 1,1% em Agosto (0,9% em Julho).

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