Nos primeiros três meses do ano, os edifícios licenciados, em Portugal, aumentaram 28,1% face ao período homólogo de 2016, correspondendo a 4,9 mil.

Tal como todas as outras regiões, o Algarve teve uma evolução positiva, mas, ainda assim, foi a mais fraca do país, com um número de edifícios licenciados a ter uma variação positiva de apenas 6%, muito aquém da verificada na Área Metropolitana de Lisboa, que teve o aumento mais expressivo, a nível nacional (+68,8%).

De acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), nos edifícios licenciados para construções novas observou-se um acréscimo de 35,3%, enquanto no licenciamento para reabilitação se registou um acréscimo de 17,3%.

Quanto ao número total de edifícios concluídos (construções novas, ampliações, alterações e reconstruções) no 1º trimestre do ano, registou-se, no país, um aumento 15,9% face ao 1º trimestre de 2016.

Estima-se que tenham sido concluídos 2,9 mil edifícios em Portugal, correspondendo na sua maioria a construções novas (69,2%), das quais 67% tiveram como destino a habitação familiar. Todas as regiões registaram um aumento no número de edifícios concluídos, destacando-se a Área Metropolitana de Lisboa com uma variação homóloga de +65,7%.

Em comparação com o trimestre anterior, as obras concluídas para construções novas aumentaram 10,4% e as obras de reabilitação registaram um acréscimo de 5,6%.

As obras concluídas em construções novas apresentaram acréscimos em todas as regiões com destaque para a Área Metropolitana de Lisboa (67,7%), seguida da Região Autónoma da Madeira (52,0%).

Quanto às obras concluídas para reabilitação destaca-se o crescimento verificado, em termos homólogos, na Área Metropolitana de Lisboa (60,4%), enquanto que a Região Autónoma dos Açores e o Algarve foram as únicas regiões a apresentar uma variação homóloga negativa nesta variável, de -30,6% e -4,5%, respectivamente.

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