O Tribunal de Contas recusou o visto à revisão do contrato da subconcessão rodoviária do Algarve Litoral e a consequente intervenção de fundo na Estrada Nacional (EN) 125, entre Olhão Nascente e Vila Real de Sto. António.

Na base desta decisão está a opção do Governo de então de desanexar esse troço da empreitada geral de requalificação da EN 125, passando a responsabilidade da obra da concessionária para o Estado, através da Infraestruturas de Portugal.

Na altura, foi alegado que, por esta via, haveria uma poupança substancial para o Estado, algo que o Tribunal de Contas veio agora negar. A Infraestruturas de Portugal não concorda com a decisão e já anunciou ir recorrer dela.

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