A Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL) critica “a manutenção do impasse e indefinição relativamente à requalificação do troço da EN 125 entre Olhão e Vila Real de Santo António”.

O presidente daquela associação, Álvaro Viegas, diz que “está tudo exactamente na mesma: a negociação com a concessionária do troço não foi concluída e o concurso público para adjudicar a empreitada também ainda não foi lançado”.   

Esta situação representa, acusa, “uma pesada injustiça e uma gritante descriminação para a população e empresas de todo o sotavento algarvio”.

Neste momento, considera Álvaro Viegas, “só há uma promessa mas com tudo ainda por fazer é difícil ou mesmo impossível prever quando será cumprida, até porque não se sabe em que ponto está a renegociação da Parceria Público-Privada”.

Esta posição surge após o presidente da AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve, Jorge Botelho, ter declarado publicamente que só no último trimestre de 2018 é que deverão ter início as obras de requalificação no troço da EN125 entre Olhão e Vila Real de Santo António.

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