O cabaz alimentar essencial, composto por 63 produtos, custa esta semana 253,60 euros. Representa um aumento de 0,12 euros face à semana anterior, segundo a monitorização da DECO PROteste.
Variações semanais dos preços
Na última semana, entre 29 de julho e 5 de agosto, os produtos com maior variação percentual de preço foram o alho seco, que subiu 8% para 3,34 euros. Bem como, o fiambre perna extra fatiado, que subiu 6% para 2,45 euros e o pão de forma sem côdea, aumentou 5% para 2,58 euros.
Comparação com períodos anteriores
Desde o início do ano, verificou-se uma subida acumulada de 11,77 euros no preço do cabaz. Este valor equivale a um aumento de 4,87% relativamente ao início do ano.
Comparativamente com há um ano, o cabaz custa agora 12,95 euros (5,38%) a mais. Em relação a quatro anos atrás, o preço subiu 65,90 euros, uma diferença de 35,11%, face ao valor que era possível pagar então pelo mesmo conjunto de produtos.
Face ao mesmo período do ano passado, as maiores subidas percentuais foram no bacalhau graúdo, que aumentou 25%, custando atualmente 20,02 euros por quilograma. Ao passo que, o robalo subiu 21%, para 9,90 euros por quilograma, e a perca do nilo aumentou 19%, para 12,02 euros por quilograma.
Maiores aumentos desde 2022
Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer que subiu 120%, para 12,80 euros por quilograma. Além disso, o bacalhau graúdo aumentou 89%, para 20,02 euros, e os ovos subiram 78%, para 2,03 euros por quilograma.
A DECO PROteste atua em diversas áreas, através de estudos, análises e ações reivindicativas. O seu objetivo é criar consumidores mais informados e ativos na defesa dos seus direitos.



