Albufeira recebeu uma comitiva de cerca de meia centena de representantes da associação Cívica, que reúne, em França, cerca de 2 mil autarcas e dirigentes políticos de origem portuguesa e luso-descendentes.

O grupo, constituído por autarcas, senadores e deputados à Assembleia Nacional, levou a cabo um conjunto de iniciativas com o objectivo de promover as potencialidades do concelho de Albufeira, bem como avaliar futuras acções de cooperação.

O presidente da Câmara de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, justifica o convite que resultou nesta visita referindo que “França é actualmente o quinto mercado na região em termos turísticos e existe um grande potencial de crescimento, não só porque temos uma história comum, mas também porque a língua neste caso com a comunidade portuguesa e luso-descendente, é uma grande vantagem para cultivarmos uma relação bilateral profícua”.

O líder da comitiva foi Paulo Marques, presidente da Cívica e do Município de Aulnay-sous-Bois, o terceiro do distrito de Seine-Saint-Denis e o sétimo da Grande Paris em termos populacionais, com 83 mil habitantes, entre os quais se incluem cerca de 10 mil cidadãos de origem portuguesa.

O autarca lusodescendente costuma passar férias em Albufeira e por conhecer bem esta região, defende que “a cidade e a região têm todas as condições para acolher mais turistas vindos de França, sendo importante esta aproximação junto dos portugueses e luso-descendentes que se identificam com o nosso país e que têm uma palavra a dizer no aprofundamento das relações económico-sociais com outras comunidades”, acrescentando ainda que o município deverá receber mais turistas, não só na época alta, mas também durante a época baixa, por ser uma “altura calma e muito agradável”.

O dirigente referiu ainda que “esta visita proporciona ao concelho de Albufeira uma maior divulgação do seu território e das condições que esta região oferece, para que possa ser considerada uma possível vencedora enquanto destino turístico de França e assim acolher os diversos programas organizados pelas Autarquias Francesas”.

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