O Orçamento de Estado para 2018 define as metas de 1% de défice e de 2,2% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A dívida deverá ser reduzida de 126,2% para 123,5% do PIB.

Se as coisas correrem como a equipa de Mário Centeno espera, o desemprego vai continuar a diminuir devendo a respectiva taxa fixar-se no 8,6% no final do próximo ano. O aumento dos salários deverá ser, em média, de 2,2%, percentagem que, referiu o ministro na apresentação do Orçamento, “é compatível com ganhos de produtividade.”

Ainda a este nível, garante que o Orçamento foi desenhado de forma a proporcionar um “alívio fiscal” sobre as remunerações do trabalho.

O IRS vai ter mais dois escalões, que abrangerá 1,6 milhões de agregados familiares, e que fará com que este imposto seja “socialmente mais equitativo.”

Para os reformados, o ministro também trouxe boas notícias. Todos vão ter actualização das respectivas reformas, sendo que “a esmagadora maioria terá aumentos acima da inflação esperada.”

Mário Centeno prevê que, ao longo dos próximos tempos, haja “um forte dinamismo” do investimento e das exportações, que serão “os grandes motores do crescimento da economia portuguesa.”

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