O Produto Interno Bruto (PIB) português cresceu 2,8% no 1º trimestre do ano, em comparação com o período homólogo de 2016, de acordo com a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgada.

Tal aceleração, refere-se no documento, “resultou do maior contributo da procura externa líquida, que passou de negativo para positivo, reflectindo a aceleração em volume mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a das Importações de Bens e Serviços.”

A procura interna também “manteve um contributo positivo elevado, embora inferior ao do trimestre precedente, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e uma aceleração do Investimento.”

Comparativamente com o 4º trimestre de 2016, o PIB aumentou 1,0% em termos reais (variação em cadeia de 0,7% no trimestre anterior).

O Ministério das Finanças já reagiu a esta estimativa, mostrando-se satisfeito por ela ter superado as previsões do Governo, o que, ao mesmo tempo, é mais um indicador que o padrão de crescimento da economia que foi definido “é sustentável e equilibrado”.

O ministério liderado por Mário Centeno destaca o facto deste ser o maior aumento do século, a par com o valor obtido no último trimestre de 2007, que foi, também, de 2,8%.

 

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