O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste integra 63 produtos essenciais. Esta semana, registou o maior decréscimo de preço desde o início do ano, com uma descida de 5,17 euros. O preço situa-se agora nos 251,29 euros.
Evolução do preço do cabaz em 2026
Desde o início de 2026, o preço do cabaz aumentou 9,46 euros, o que representa uma subida de 3,91%. Comparando com o mesmo período do ano anterior, o cabaz custa atualmente 11,34 euros a mais, correspondente a um acréscimo de 4,73%. Em relação a 2022, o aumento é de 63,59 euros, uma diferença de 33,88%.
Produtos com maiores variações semanais
Na última semana, entre 15 e 22 de julho, os produtos que registaram as maiores subidas percentuais de preço foram os brócolos, com um aumento de 12% para 3,40 euros, o café torrado moído que subiu 10% para 4,93 euros, e o pão de forma sem côdea, que aumentou 9% para 2,55 euros.
Comparação anual e histórica
Em comparação com o mesmo período do ano passado, destacam-se as maiores subidas percentuais nos preços da couve-coração (27%, a 1,72 euros). Também do bacalhau graúdo (24%, a 19,22 euros por quilograma) e da perca do nilo (23%, a 12,21 euros por quilograma).
Desde o início da análise, em 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer, que subiu 123% para 12,96 euros por quilograma. Já no bacalhau graúdo, a subida foi de 81% para 19,22 euros, e nos ovos, que aumentaram 76% para 2,01 euros por quilograma.
Objetivos da análise
A DECO PROteste, organização portuguesa de defesa do consumidor, sublinha que o objetivo desta análise é informar os consumidores para que se tornem mais exigentes e proativos na defesa dos seus direitos.
As simulações de preços podem ser realizadas através do site oficial da DECO PROteste, onde é possível comparar os preços dos supermercados online e encontrar as opções mais económicas.



