O preço do cabaz alimentar essencial, composto por 63 produtos, aumentou para 253,47 euros na semana de 22 a 29 de julho de 2026. Assim, representa uma subida de 2,18 euros em relação à semana anterior, segundo a análise da DECO PROteste.
Evolução do preço ao longo do tempo
Desde o início do ano, o custo do cabaz subiu 11,65 euros, o que equivale a um aumento de 4,82%. Além disso, comparado com o mesmo período do ano anterior, o preço subiu 5,77%. Por outro lado, face ao início de 2022, o cabaz custava 65,77 euros menos, uma diferença de 35,04%.
Produtos com maiores aumentos semanais
Os produtos com maior aumento percentual na última semana foram as salsichas Frankfurt, que subiram 25% para 1,97 euros. Seguidamente, o atum posta em azeite subiu 14%, para 2,09 euros. Além disso, o peito de peru fatiado embalado aumentou 10%, situando-se agora nos 2,83 euros.
Subidas significativas face ao ano anterior
Face ao mesmo período do ano anterior, destacam-se as subidas do bacalhau graúdo (24%), agora a 19,34 euros por quilo. Também o robalo subiu 23%, para 10,14 euros por quilo, e a perca do nilo 22%, custando agora 12,12 euros por quilo.
Maiores aumentos desde 2022
Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram na carne de novilho para cozer, que subiu 121% para 12,86 euros por quilo. O bacalhau graúdo aumentou 82%, para 19,34 euros por quilo, e os ovos subiram 78%, para 2,03 euros por quilo.
A monitorização da DECO PROteste visa informar os consumidores sobre a evolução dos preços dos produtos alimentares essenciais.



