A lota de Portimão foi a terceira do país onde mais sardinha foi transaccionada, na passada semana.

De acordo com os dados hoje divulgados pela Docapesca, de um total de 811 toneladas (mais 28,4% do que em igual período do ano passado) transaccionadas em todo o país, 78 toneladas (+49%) foram negociadas em Portimão. A lota do país que mais vendeu sardinhas foi a de Peniche (270 toneladas), seguida da de Matosinhos (219).

O preço médio mais alto registou-se em Peniche (1,86 €/kg). No Algarve, foi em Portimão que se vendeu a sardinha mais cara (1,61 euro), enquanto que o preço médio mais baixo foi registado em Olhão (0,87 euros).

A quantidade de carapau também cresceu, de 373 para 425 toneladas (+14%). A lota onde mais foi transaccionada esta espécie foi a de Sesimbra, com 117 toneladas (+197%), seguidas de Figueira da Foz (70 toneladas) e Aveiro (63 toneladas). Houve descidas na Figueira da Foz e Aveiro, mas foram compensadas com o aumento do preço médio em 17 cêntimos e 4 cêntimos, respectivamente. No Algarve a que maior volume de carapau vendeu foi a lota de Portimão (17.787 toneladas).

O preço médio mais alto foi registado em duas lotas algarvia, Quarteira (4,52 €/kg) e Olhão (3,19), valores bem mais elevados do que o verificado na lota de Portimão, onde o quilo de carapau se vendeu, em média, abaixo de um euro (87 cêntimos).

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