A hotelaria portuguesa registou 2,2 milhões de hóspedes e 6,9 milhões de dormidas, em Julho, o que corresponde a aumentos de 6,1% e 4,7%, respectivamente, em comparação com o mês homólogo de 2016, revela o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Estes dados significam que houve uma desaceleração do crescimento, uma vez que em Junho tinha-se registado um aumento superior: 9,1% no número de hóspedes e 7,2% no de dormidas.

O mercado interno retomou o crescimento das dormidas (3,0% face a -0,4% no mês anterior), enquanto os externos desaceleraram (5,4% face a 10,2% em Junho).

Aquele organismo refere, ainda, que a estada média (3,11 noites) decresceu 1,4%, enquanto que a taxa de ocupação–cama (67,3%) aumentou 1,3 pontos percentuais.

Os proveitos totais desaceleraram para um crescimento de 13,1% (17,2% em Junho), tendo atingido 428,7 milhões de euros. Os proveitos de aposento atingiram 327,3 milhões de euros e também desaceleraram, crescendo 15,2% (19,2% em Junho).

O Algarve foi a região que, em Julho, teve um maior número de dormidas (2,8 milhões), o que faz com que no acumulado do ano, tenha registado 10,7 milhões. A taxa de crescimento mensal foi de 3,8%, enquanto que, entre Janeiro a Julho, e em comparação com idêntico período do ano transacto, teve um aumento de 7,3%.

Também no que diz respeito aos proveitos, a região algarvia segue na frente, com 181 milhões de euros registados em Julho, o que significa um aumento de 11,2%.

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