

O 2.º Congresso Económico do Algarve, promovido pela ACRAL no dia 29 de setembro, teve o Município de Portimão como município anfitrião e reuniu empresários, especialistas e representantes institucionais para debater alguns dos principais desafios estratégicos da região.
A ACRAL — Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve promoveu, no passado dia 29 de setembro, o 2.º Congresso Económico do Algarve, uma iniciativa que voltou a colocar em debate os principais desafios e oportunidades para o desenvolvimento económico da região, contando nesta edição com o Município de Portimão como município anfitrião.
Ao longo da manhã, empresários, especialistas, representantes institucionais e outros agentes económicos participaram em três grandes debates: “Inovação, Tecnologia e Transformação Digital”, “Energia, Água e Economia do Mar” e “Algarve Coeso: Território, Talento e Tecido Produtivo”.
A inovação e a digitalização das empresas, a gestão sustentável dos recursos, a economia do mar, a atração e retenção de talento, a coesão territorial e o reforço do tecido produtivo estiveram entre os principais temas analisados ao longo do encontro.
Apesar de o programa não ter incluído um painel exclusivamente dedicado ao turismo, o setor esteve presente de forma transversal nas várias discussões. A diversificação económica foi abordada como uma oportunidade para complementar uma atividade estrutural para o Algarve, através da criação de novas áreas de negócio, do reforço da atividade ao longo de todo o ano e da geração de emprego mais qualificado.
Também a habitação, que havia assumido particular destaque na edição de 2025, voltou a surgir associada a questões como a mobilidade, a competitividade empresarial, a atração de profissionais e a capacidade de fixar população na região.
Com esta segunda edição, a ACRAL reforçou a aposta na criação de um espaço de reflexão económica e de aproximação entre empresas, instituições e restantes agentes do território, promovendo uma visão integrada sobre os desafios do Algarve.
O encontro destacou ainda a importância de uma estratégia regional assente na inovação, na sustentabilidade, na valorização dos recursos, na qualificação das pessoas e na diversificação da base económica, como fatores essenciais para reforçar a competitividade e a coesão do Algarve.
Assista aqui ao 2º Congresso na integra.



