A venda de imóveis continua em alta no concelho de Lagos. Indicador disso mesmo são os valores que a Câmara local tem vindo a arrecadar de Imposto sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT).

Em 2016, a autarquia viu entrar nos seus cofres, por esta via, 11,2 milhões de euros. Trata-se de uma verba superior em quase 2 milhões de euros à obtida em 2015, o que corresponde a um aumento de praticamente 21%. 

Isto é especialmente relevante pelo facto de 2015 já ter sido um excelente ano, em termos de cobranças de receitas de IMI, uma vez que tinha havido um aumento de 23% em comparação com o ano anterior.

Em apenas dois anos, a Câmara de Lagos facturou, portanto, em receitas provenientes da venda de imóveis 20,5 milhões de euros. Isso significa que, em média, todos os meses recebeu pouco mais de 850 mil euros.

Também muito relevante para as contas deste como dos restantes municípios são as receitas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) que, em 2016, atingiram os 12,8 milhões de euros. 

Os dois impostos juntos valeram um total 24 milhões de euros, cerca de 43% de todas as receitas cobradas ao longo do ano.

No entanto, e ao contrário do que aconteceu com IMT, registou-se uma diminuição das receitas do IMI, que, em 2015, tinham sido 13,6 milhões (-6%). 

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