O mercado imobiliário continua a atravessar uma fase muito dinâmica no concelho de Lagos.

Sinal disso mesmo são as verbas que têm entrado nas cofres da Câmara local, através do Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), que resulta da venda de casas, apartamentos e terrenos.

Em 2016, a autarquia lacobrigense recebeu 11,2 milhões de euros, valor que subiu para 12,7 milhões em 2017 (+13%). Este ano, o valor a arrecadar por esta via vai ser ainda maior, uma vez que até ao final de setembro já tinham sido contabilizados 12,1 milhões.

Contas bem feitas, isso significa um encaixe mensal médio de 1,3 milhões, ao longo dos três primeiros trimestres do ano. Se em outubro, novembro e dezembro esta média se mantiver, a Câmara de Lagos vai receber mais de 16 milhões de euros de IMT.

Tendo em conta que, no próximo ano, o orçamento da autarquia deverá chegar aos 58,6 milhões de euros, se o imobiliário continuar a este ritmo, isso significa que as receitas do IMT vão contribuir com 27% das receitas totais da autarquia.

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