A hotelaria algarvia registou, em Setembro, um total de 2,3 milhões de dormidas, o que significou um aumento de 2,2% em comparação com idêntico período de 2016.

De acordo com os dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatísticas, daqui resultou uma facturação de 137,8 milhões de euros, no Algarve, sendo que, no total do país, as receitas foram de 406,7 milhões.

A estada média foi de 4,58 noite, uma ligeira quebra homóloga de 1,9%, mas ainda assim bem acima da média nacional, que foi de 2,8 noites.

No acumulado do ano, o número de dormidas no Algarve é de 16 milhões, um crescimento de 5,5% em relação aos primeiros 9 meses do ano transacto. Nesse mesmo período, o total de dormidas nas unidades hoteleiras de todo o país foi de 46,2 milhões, o que significa que o peso do Algarve é de praticamente 35%.

 

A nível do país, verificou-se um crescimento mais acentuado dos mercados externos (+6,5%) contra uma subida de apenas 1,4% do mercado nacional.

Sem surpresa, o mercado externo principal continua a ser o britânico, que valeu 24,5% das dormidas de não residentes. O alemão registou uma quota de 13,8% e o francês ficou na 3ª posição, com 9,6% das dormidas.

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