Os estabelecimentos hoteleiros e similares algarvios registaram, em Abril, quase 1,5 milhões de dormidas, uma quebra de 12% em comparação com o período homólogo de 2017, revela o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Em todo o país foram contabilizadas 4,7 milhões de dormidas, uma quebra de 9,3%, muito influenciada pelo efeito do calendário do período da Páscoa que, este ano, impulsionou, essencialmente, as dormidas no mês de Março.

No total acumulado do ano (Janeiro a Abril) registaram-se 14,1 milhões de dormidas no país (+1,6%), das quais 3,7 milhões na região algarvia (-2,2%).

Os proveitos totais resultantes desta actividade foram de 276,7 milhões de euros no país (+2,2%) e de 68,8 milhões no Algarve (-2,8%).

No mês de Abril, as dormidas de hóspedes do Reino Unido (20,9% do total das dormidas de não residentes) recuaram 8,9%, “mantendo a tendência dos últimos meses”, refere o INE. No primeiro quadrimestre do ano, este mercado apresentou uma diminuição de 7,0%.

O mercado alemão (14,4% do total) registou uma quebra de 9,3% em Abril e de 2,3% desde o início do ano.

As dormidas de hóspedes franceses (10,7% do total) recuaram 7,3% em abril. Este mercado foi, entre os cinco principais mercados emissores, o único que apresentou crescimento nos primeiros quatro meses do ano (+2,7%).

O mercado espanhol (8,0% do total), tradicionalmente sensível ao “efeito Páscoa”, apresentou uma redução expressiva de 39,0% no mês. No total dos primeiros quatro meses do ano, este mercado registou uma ligeira diminuição de 0,7%.

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