O Orçamento da Câmara de Lagos para este ano tem uma dotação superior ao de 2017 em 9,4 milhões de euros (+ 18,7%).

A verba que a autarquia liderada por Joaquina Matos conta ter disponível para levar a cabo a sua acção ao longo destes 12 meses totaliza quase 59,4 milhões de euros, enquanto que o orçamento do ano passado era de 50 milhões.

Tal como acontece em Lagoa, uma das fontes de receita principais é a do Imposto Municipal de Transmissões Onerosas (venda de imóveis), que, de acordo com a previsão da Câmara, deverá fazer com que entrem nos seus cofres 11,6 milhões de euros, o que corresponde a quase 20% do Orçamento total.

Esta rubrica apresenta um valor superior em 2,1 milhões de euros em relação ao que foi previsto para 2017. Aliás, até Setembro último (faltando, portanto, ainda apurar os valores do último trimestre), a autarquia lacobrigense já tinha arrecadado praticamente 9 milhões de euros de IMT, sinal de que este é um sector que continua em alta.

Os valores a cobrar de IMI deverão, também, render ao longo deste ano uma verba substancial à Câmara de Lagos, estando previsto no Orçamento que atinjam os 12,9 milhões de euros.

Ao nível das receitas, destaque, ainda, para a facturação da água, que se prevê render 4 milhões de euros e do saneamento, que a autarquia estima vir a totalizar 1,4 milhões de euros.

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