Foi no Algarve que se registou o maior valor de pescado comercializado nas lotas. Os 34,1 milhões de euros ali transaccionados ao longo dos primeiros 8 meses do ano representam uma subida de 6% face ao período homólogo.

Seguiram-se as regiões Centro Sul (Península de Setúbal e Litoral Alentejano) com 32,1 milhões (-5%); o Centro (de Nazaré a Cascais) com 31,1 milhões (+11%) e o Centro Norte (de Aveiro à Figueira da Foz) com 18,4 milhões (+8%). A seguir, na lista aparecem a região de Matosinhos (de Matosinhos a Espinho) com 14,7 milhões (-7%) e a região Norte (de Caminha a Vila do Conde) com 6,8 milhões (+16%).

No total do país, a facturação subiu 3,3%, para 137,2 milhões de euros. Isso significa que as lotas algarvias asseguraram cerca de 25% do valor global.

O preço médio por quilo subiu de 2,01 para 2,13 euros, traduzindo-se num crescimento de 6,2 % face ao mesmo período do ano anterior.

Esta valorização do pescado permitiu aos pescadores melhorar o seu rendimento face a 2016, apesar da redução do volume capturado de 66,2 para 64,3 mil toneladas (-2,8%).

A lota de Peniche foi a que mais facturou, sendo responsável por 24,5 milhões de euros, seguindo-se Sesimbra (15,9 milhões), Matosinhos (14,5) e Aveiro (8,5).

As lotas algarvias que maior volume de receitas arrecadaram foram as de Vila Real de Santo António (8,3 milhões de euros) e Portimão (6,9 milhões).

Em termos de volume de peixe vendido, a lista apresenta Sesimbra em 1º lugar (10.324 toneladas), seguindo-se Matosinhos (10.260), Peniche (9.783), Aveiro (5.114), Figueira da Foz (4.866), Sines (3.758), Portimão (3.487) e Nazaré (2.782).

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