A nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Companheira, que serve os concelhos de Portimão, Lagoa e Monchique, custou 13,8 milhões de euros e tem capacidade para tratar um caudal médio de 32.061 m3 de efluentes por dia, produzidos por cerca de 140 mil pessoas.

O equipamento foi oficialmente inaugurado na Terça-feira, pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, tendo a ocasião sido aproveitada para o presidente da Águas do Algarve, Joaquim Peres, apresentar projectos que a empresa tem para levar a cabo naquele espaço, que passam pela reutilização das águas, secagem e reaproveitamento das lamas e construção de um parque fotovoltaico.

Projectos que mereceram o aplauso do ministro, que se mostrou um grande defensor da “economia circular”, que consiste em fazer o reaproveitamento e reutilização do maior número possível de componentes e produtos.

Em determinada fase do seu discurso, João Matos Fernandes desafiou os responsável da empresa Águas do Algarve a fixarem a data de inauguração de um outro equipamento do género, que está a ser construído e que vai servir as populações de Faro e Olhão. Muito rapidamente, foi fixada a data provisória de 23 de Outubro para o efeito.

A presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes, regozijou-se pela entrada em funcionamento da ETAR da Companheira que, para além de permitir um tratamento mais eficaz dos efluentes, vai fazer com que, a muito curto prazo, se acabe com os maus cheiros provocados pelo anterior equipamento e que eram um péssimo ‘cartão de visita’ da cidade.

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