As receitas provenientes de impostos directos (IMI, IMT e Imposto de Circulação), que ascendem a 19,1 milhões de euros, vão representar mais de metade (54%) do total das verbas que a Câmara de Lagoa prevê arrecadar ao longo de 2018.

Um dos destaques maiores vai para a receita do IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas) – que resulta da venda de imóveis no concelho – a qual deverá chegar aos 9,3 milhões de euros, representando, só por si, cerca de 26% do Orçamento da autarquia, que é de 35,5 milhões de euros. Isso significa que se prevê que, pelo quarto ano consecutivo, o mercado imobiliário continue em alta naquele concelho.

Logo a seguir vêm as verbas provenientes do IMT, que deverão valer à autarquia um encaixe de cerca de 9,1 milhões de euros.

Outros valores relevantes inscritos no lado da receita são os da venda da água aos munícipes (4,1 milhões) e dos serviços prestados nas vertentes do Saneamento (2,5 milhões) e Resíduos Sólidos Urbanos (2,3 milhões). Do poder central a autarquia vai receber 2,1 milhões de Fundo de Equilíbrio Financeiro e 484 mil euros de IRS.

Da parte da despesa, um dos principais é o custo com o pessoal (8,4 milhões de euros). Igualmente elevadas são as despesas que a Câmara vai ter ao nível dos edifícios escolares (1,6 milhões) e da compra de água em alta à empresa Águas do Algarve (1,3 milhões).

Às freguesias vão ser distribuídos 535 mil euros euros. A que recebe uma fatia maior é a União de Freguesias de Lagoa e Carvoeiro (224 mil euros), seguindo-se a União de Freguesias de Estômbar e Parchal (150 mil). Nos cofres da Freguesia de Porches vão entrar pouco mais de 86 mil euros e para a de Ferragudo segue um cheque de 75 mil euros.

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