A limpeza dos terrenos para diminuir as possibilidades de incêndio é um esforço para continuar ao longo de todo o ano.
De passagem por Monchique, na Sexta-feira, um dia após terminar o prazo para a não cobrança de multas por falta de limpeza, o 1º ministro referiu que “o nosso objectivo não é andar a cobrar multas”, mas que esta “é uma actividade que tem que ser continuada. Se não foi feita ontem, deve ser feita hoje, se não foi feita hoje, deve ser feita amanhã. Nós temos que continuar a fazer este esforço”.
Limpar os terrenos, acrescentou, deve ser uma rotina, tal “como ir regularmente ao médico, fazer a revisão ao automóvel ou por ar nos pneus”.
Na companhia do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel João de Freitas, o chefe do Governo visitou o Centro de Meios Aéreos de Monchique, onde estavam presentes viaturas e equipamentos da Protecção Civil do distrito de Faro, tendo antes visitado também um posto de vigia na Fóia e assistido a uma acção de limpeza de uma faixa combustível por equipas de sapadores florestais, numa zona florestal.

De manhã, António Costa também passou por Loulé, onde se juntou  cerca de 3 mil alunos das escolas daquele concelho, no Parque Municipal da cidade, que participavam na iniciativa “Um Abraço Verde”.

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