A Câmara de Tavira arrecadou, ao longo da primeira metade do ano, um total de 27,6 milhões de euros, mais 4,1 milhões (+17,6%) do que em idêntico período de 2016.

De acordo com o Relatório de Gestão do 1º semestre, uma parte importante deste aumento deve-se à tansição do saldo da gerência anterior, no valor de pouco mais de 3 milhões de euros (29,2%), que foi, também, acompanhado pelo crescimento, quer das receitas de capital (70 mil euros, 12,8%), quer das correntes (998 mil euros, 8%).

A autarquia conseguiu receber mais 750 mil euros de impostos directos, num total de 7,8 milhões de euros. Aqui, o destaque maior vai para o IMI, que atingiu 4,2 milhões de euros, o que significa um aumento de 590 mil euros (+ 16%) em comparação com o registado no 1º semestre de 2016. Também o IMT (imposto que resulta da venda de imóveis) teve um comportamento positivo, com um acréscimo de 175 mil euros (+5,9%). Por esta via, a autarquia recebeu um total de 3,1 milhões de euros ao longo do 1º semestre do ano.

A Câmara de Tavira teve, também, um aumento da despesa que, no entanto, foi inferior ao da receita, uma vez que passou de pouco mais de 11,4 milhões, no 1º semestre de 2016, para 12,6 milhões, este ano, o que significa um acréscimo de quase 1,2 milhões de euros, ou seja, de 1o%.

No que diz respeito à dívida, a autarquia reduziu-a em quase 2,2 milhões de euros (-15,8%). No final de Junho deste ano, contava com um total de 11,6 milhões de euros de dívida, sendo a esmagadora maioria (10,8 milhões) de médio e longo prazo.

Partilhar: