A Assembleia Municipal de Portimão aprovou, esta Segunda-feira, as contas de 2017 apresentadas pela Câmara. O documento contou com os votos favoráveis dos eleitos socialistas (12), a oposição dos deputados municipais do Servir Portimão (3) e do PCP (2), tendo os do PSD (3), Bloco (3) e Nós, Cidadãos (1) optado pela abstenção.

Na sua intervenção inicial, a presidente da Câmara destacou os bons resultados alcançados, em especial, o dos resultados líquidos, que foi de 20,4 milhões de euros positivos, “o maior de sempre”.

Da parte da oposição, a leitura do documento foi menos entusiástica. João Caetano (Servir Portimão) destacou a forte carga fiscal a que os portimonenses estão sujeitos e revelou preocupação com “o aumento da despesa corrente”.

Carlos Gouveia Martins (PSD) assumiu que “os resultados são positivos”, mas também os justificou, em boa medida, pelo forte contributo das taxas e impostos, que se encontram ao nível máximo.

Da parte do Bloco de Esquerda, Pedro Mota concordou que as contas apresentam “algumas melhorias”, atribui mérito à gestão socialista em algumas vertentes, mas defendeu ainda haver muito a fazer em termos de habitação social e apoio às famílias carenciadas.

Joaquim Catarino (PS) referiu que “as números falam por si” e dizem que “as contas estão a entrar no bom caminho”, dando à autarquia algum alívio financeiro e capacidade de investimento.

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