A ACRAL – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve manifestou, em comunicado, a sua “profunda preocupação pelas consequências que as obras na Avenida 5 de Outubro, em Olhão, já começaram a ter na atividade de inúmeros restaurante e lojas existentes na zona.”

O presidente da Direção da ACRAL, Álvaro Viegas, diz não compreender “a decisão de fazer a obra ao mesmo tempo em toda a avenida e não por fases.”

Aquele dirigente lembra que “há semanas que a estrada está rasgada e não se vê qualquer desenvolvimento”, uma situação que “provoca constrangimentos na circulação e estacionamento na zona e prejuízos a quem aí tem estabelecimentos.”

De acordo com os contactos que aquela associação desenvolveu, devido a essa circunstância, “os comerciantes locais constatam uma relevante diminuição do número de clientes e do volume de faturação, um panorama que tenderá a agravar-se, uma vez que está previsto que as obras decorram até maio de 2019.”

Álvaro Viegas apela a que “a Câmara de Olhão insista junto da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, S.A., a entidade responsável pela obra, e do empreiteiro para a necessidade da intervenção avançar rapidamente e que, ao mesmo tempo, sejam tomadas as medidas possíveis no sentido de mitigar os constrangimentos de circulação e estacionamento, bem como os prejuízos dos comerciantes locais.”

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