A casa ideal para quem vive no Algarve é um apartamento num prédio (49,5%), em segunda mão e sem necessitar de remodelações (61,5%), com 3 quartos e duas casas de banho, arrecadação (74,7%), varanda (64,8%), com uma área de 91 a 120 m2 (26,4%), localizado em zonas periféricas do centro (52,7%), desde que tenha disponibilidade de estacionamento (80,2%), proximidade a supermercados e comércio tradicional (68,1%), perto de espaços verdes (75,8%) e numa zona segura (92,3%).

Estes são os dados essenciais relativos à região algarvia, obtidos pela Century 21, no âmbito I Observatório do Mercado da Habitação em Portugal, que esta rede imobiliária acaba de lançar.

O documento adianta, ainda, que o preço médio que os algarvios estão dispostos a pagar pela habitação é 130.708 €, financiado por um crédito à habitação de 475 € mensais.

A nível nacional, refere o estudo, “o valor médio disponível para a compra de casa é de 138.623 euros, enquanto o preço médio das habitações para venda se situa nos 173.252 euros”.  Outro dado relevante é que “existe um défice de oferta de habitação nova, faltam casas entre 91 e 120 m2, com um e três quartos e duas casas de banho”.

A aquisição de casa própria continua muito enraizada entre os portugueses, sendo “a escolha preferencial de 89,7% dos consumidores, para quem a casa de sonho fica localizada na mesma cidade onde atualmente residem (75%)”.

Para chegar a estas conclusões foi “efectuada uma avaliação detalhada das necessidades de habitação, em cada etapa da vida, e uma análise da relação das pessoas com o tipo de habitação dos seus sonhos versus a habitação que realmente compram ou arrendam, para identificar o desfasamento que existe entre a oferta e a procura de habitação”.

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